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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

AGRADECIMENTOS..

Mais um ano se passou, e graças a DEUS  estamos juntas novamente! Esperamos que neste novo ano  as coisas sejam diferentes em determinados  pontos,assim podendo adquirir novas experiencias e novos conhecimentos. Agradecemos  a todos que aceitaram participar do nosso blog, esperamos que este tenha ajudado a todos aprender novos conceitos! 

SEM esquecer de agradecer o mentor deste blog: Quiriate
vlw professor

um xerooo para  todos e vlw!!

fonte: alunas do mais novo segunda série do ensino médio

Amanda, Graziella,Camilla e Suzan


quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Pista de Interlagos

HISTÓRIA DO AUTÓDROMO DE INTERLAGOS

Nos primeiros vinte anos do Campeonato Mundial de Fórmula 1 o Brasil demonstrou pouco interesse pelo automobilismo. Tudo isso mudou no início da década de 70 quando Emerson Fittipaldi explodiu no automobilismo internacional. Seu sucesso conduziu a inauguração do Grande Prêmio Brasil e o local escolhido foi São Paulo, sua cidade natal.

O circuito de Interlagos foi construído em 1940 com um grande espaço externo e um interior muito apertado, um conceito incomum hoje em dia. Com aproximadamente 8 kilometros de extensão o circuito também era um dos mais longos do calendário, localizado apenas a alguns kilometros do centro de São Paulo.

O fato do circuito ter sido construído entre uma atmosfera natural resultou numa excelente visualização aos espectadores, chegando a oferecer visibilidade de mais da metade do circuito, dependendo da arquibancada. Interlagos é um dos circuitos que mais exige dos pilotos no atual calendário, devido a sua construção em chão instável e superfície cheia de ondulações. O circuito anti-horário não muito comum, a alta altitude, o sempre presente calor e a umidade do Brasil acabam gerando um grande desconforto aos pilotos.



Descrição da Volta
Na largada os carros aceleram até a Descida do Sol, que como já diz, é uma descida, à esquerda. Chega-se nela em 6ª./ 7ª. marcha a 290 km/h. Depois freia-se forte (-3,3g) e chega-se no famoso S do Senna – uma chicane do tipo esquerda-direita-esquerda que começa com a curva 1, um dos únicos dois lugares onde você pode ver manobras de ultrapassagem, que é quando os pilotos tentam retardar a freada. Os carros fazem esta curva em segunda, a um pouco menos de 100 km/h, mudando para terceira marcha e acelerando a mais de 160 km/h para a última curva da seqüência (Curva do Sol) em quarta marcha, a mais de 220 km/h. Com o pé embaixo, os pilotos aceleram a mais de 290 km/h pela Reta Oposta na marcha mais rápida. 

A Descida do Lago é uma curva estreita à esquerda, com uma entrada ondulada, que normalmente faz pilotos menos habilidosos rodarem. Aqueles que passam por esta curva o fazem em terceira marcha, a 135 km/h, depois de terem freado bem forte no final da reta. Os pilotos que acertam a curva podem fazer ultrapassagens sobre os que não conseguem neste ponto. Depois de uma curta reta, outra curva à esquerda (215 km/h em 4ª. marcha) leva os carros a outra pequena reta, onde eles aceleram até 270 km/h antes de uma forte freada para a entrada da Ferradura

A Ferradura é uma curva à direita, com duplo ponto de tangência, e uma entrada extremamente ondulada. Provavelmente é a curva mais difícil do circuito, pois se chega nela em quinta marcha a uma velocidade de 260 km/h. Depois de se passar pelo primeiro ponto de tangência em terceira marcha a mais ou menos 160 km/h, o carro passa pelo segundo ponto e, ao sair ainda em terceira, há outra curva à direita quase que imediatamente em segunda, o Pinheirinho, que é feito em segunda marcha e a aproximadamente 90 km/h.

O Pinheirinho é uma curva à esquerda bem fechada, feita em segunda, mas deixada em terceira marcha, e logo depois pode-se engatar a quarta para mais uma curva estreita, desta vez à direita. O Bico de Pato (também conhecido como Cotovelo) é feito em segunda a pouco mais de 110 km/h, de onde se sai em terceira e vai acelerando até chegar à quinta marcha, onde os carros vão para a parte esquerda da pista antes de entrarem no Mergulho. Esta curva é feita em 4ª. marcha a mais de 230 km/h, antes de se chegar à Junção, que é feita em terceira marcha. 

A Subida dos Boxes marca a entrada de duas curvas à direita, ambas inclinadas e em subida. A primeira pode ser feita a 175 km/h e é seguida pela Arquibancada, que é feita em 5ª. marcha a mais de 255 km/h. A aceleração continua com o começo da reta dos boxes, e os carros cruzam a linha de chegada a quase 300 km/h.

GP da Fórmula 1 no Brasil


O Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 acontece desde 1972 e faz parte do campeonato de Fórmula 1 desde 1973. Acontece todos os anos no Autódromo de Interlagos (ou Autódromo José Carlos Pace), localizado no bairro homônimo da cidade brasileira de São Paulo.
O circuito, assim como Marina Bay Singapore Street Circuit e Istanbul Park, é um dos poucos circuitos no atual calendário da Fórmula 1 a ter sentido anti-horário.
O Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 no ano de 2007 foi o evento esportivo internacional mais assistido no mundo, perdendo apenas para o Super Bowl, nos Estados Unidos, mas como o mesmo é mais de 90% da audiência vinda dos Estados Unidos ele não é reconhecido como evento internacional.
Em 2008, pela terceira vez na história e a primeira com um brasileiro, um piloto tem a oportunidade de decidir o título em casa. Felipe Massa guiou sua Ferrari rumo ao título que estava garantido até os segundos finais, quando o britânico Lewis Hamilton passou o alemão Timo Glock e assim se tornou o mais jovem campeão da categoria. Por dez vezes o grande prêmio do Brasil foi vencido por um piloto brasileiro, Três delas vencidas por Emerson Fittipaldi, sendo até hoje o piloto brasileiro que mais venceu no Brasil.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Questão da UEFS - MRU

(UEFS-BA) Pode-se analisar o lançamento horizontal de uma partícula, decompondo-o ao longo de um eixo horizontal e de um vertical.
A partir dessa análise, pode-se inferir que, no movimento da partícula, desprezando-se
a resistência do ar,
a) a trajetória descrita é uma reta.
b) o módulo da componente vertical da velocidade diminui no decorrer do tempo.
c) a componente horizontal da velocidade de lançamento permanece constante.
d) o deslocamento horizontal independe do valor da aceleração da gravidade local.
e) o deslocamento vertical depende do valor da velocidade de lançamento.

R: c

EXPLICANDO:

A componente horizontal da velocidade que o corpo foi lançado permanecerá constante , se as forças são os agentes físicos capazes de provocar variações da velocidade.No exemplo a "resultante" das forças que agem sobre o corpo "na direção horizontal" é nula,consequentemente ela (a partícula) manterá o módulo da velocidade a qual foi lançada.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Tipos de radares




Totalmente automático, ou seja, não precisa de um operador e é instalado na via com três laços detectores distantes 3 metros um do outro. O cálculo é feito com base no tempo que o carro passa de um laço para o outro. Uma faixa tem total independência em relação à outra, ou seja, uma não depende do outra e elas trabalham simultâneamente se necessário. No caso de cruzarem dois veículos em alta velocidade, os dois serão flagrados. Conforme o carro passa, ele calcula a velocidade e aciona a câmera fotográfica, se a mesma estiver acima do que foi configurado préviamente.
Lombada Eletrônica.


Funciona da mesma forma que o radar fixo, mas exibe ao motorista sua velocidade ao cruzar os laços.


Tripé (Conhecido como radar móvel)

Este sistema é utiliza lasers que são emitidos constantemente na pista e conseguem calcular a velocidade, mas ao contrário dos modelos acima, se passar dois carros ao mesmo tempo, ele não registra a medição.

Radar móvel


Este último seria o que realmente poderíamos chamar de Radar móvel e ainda, é o único que faz jus ao título de radar, pois usa o efeito doppler, ou seja, lança um onda em direção ao veículo, e calcula a velocidade, com base no tempo que leva para ir e voltar e a distância.

FONTE: TIPOS DE RADARES

O uso de radares para controle da velocidade no transito

O radar, do inglês Radio Detection And Ranging (Detecção e Telemetria pelo Rádio), é um dispositivo que permite detectar objetos a longas distâncias.
Ondas eletromagnéticas
que são refletidas por objetos distantes. A detecção das ondas refletidas permite determinar a localização do objeto.


O Equipamento de radar é composto de uma antena transceptora, da linha de transmissão, ou guia de onda, de um transmissor de alta potência e alta frequência, do sistema de recepção, decodificação, processamento e visualização das informações coletadas, além da mesa de interface entre equipamento e operador.

Sistema de Transmissão

O sistema de transmissão é composto por 3 elementos principais: o oscilador, o modulador, e o próprio transmissor. O transmissor fornece radiofrequência para a antena em forma de pulsos eletromagnéticos modulados de alta potência que são disparados contra a antena parabólica que remete-os unidirecionalmente em direção ao alvo.


 O uso de radares é essencial no transito para qe consigam captar infrações realizadas por pessoas infratoras as quais não se importam com as leis,infringindo todas elas sem se importar com as demais pessoas atingindo um limite de velocidade indequado,causando um enorme risco para todo o resto da população. Assim ultilizando o radar as pessoas podem pagar por suas ações indequadas no transito.

FONTE: TRANSITO SEGURO